Em janeiro de 2026, o cenário da Inteligência Artificial (IA) foi marcado por avanços significativos em escala global e no Brasil, demonstrando tanto a maturação do setor quanto sua integração em grandes instituições.

Um dos anúncios mais impactantes veio da consultoria Gartner, que prevê que os gastos mundiais com IA somarão US$ 2,5 trilhões em 2026. Esta cifra representa um crescimento impressionante de 44% em relação a anos anteriores. A análise aponta para uma transição importante: o foco está se deslocando de projetos experimentais e de prova de conceito para soluções que ofereçam resultados comprovados e retorno sobre investimento (ROI) previsível. Essa mudança sinaliza uma maturação significativa do mercado, onde a IA está deixando de ser um campo de testes para se tornar um motor estratégico e financeiramente mensurável para negócios em todo o mundo.

Paralelamente, no cenário nacional, o Banco do Brasil destacou-se pela implementação robusta de IA em suas operações. A instituição financeira reportou o uso de mais de 800 modelos e agentes de inteligência artificial em funcionamento. Esse projeto não apenas democratizou o acesso à tecnologia dentro da organização, mas também acelerou sua maturidade analítica. A evolução foi tão expressiva que o Índice de Maturidade Analítica do banco registrou um aumento de 16% em apenas seis meses, evidenciando a eficácia e a velocidade com que a IA está sendo adotada para aprimorar processos, tomada de decisão e serviços ao cliente em uma das maiores instituições financeiras do país.

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