Em janeiro de 2026, o mercado de criptomoedas registrou um movimento significativo com o lançamento de novos regulamentos internacionais visando maior transparência e segurança. A União Europeia anunciou a implementação do quadro MiCA (Markets in Crypto-Assets), que estabelece regras claras para emissores de ativos digitais e prestadores de serviços, fortalecendo a proteção do consumidor e a integridade do mercado.
Paralelamente, o Brasil avançou em suas discussões sobre a regulamentação de criptos ativos, com o Banco Central do Brasil publicando um questionário consultivo buscando opiniões sobre o arcabouço regulatório para moedas estáveis e tokens não fungíveis. A iniciativa tem como objetivo equilibrar inovação e estabilidade financeira.
No front corporativo, grandes empresas do setor de tecnologia e finanças anunciaram parcerias estratégicas para integrar blockchain em seus sistemas de pagamentos e gestão de ativos, impulsionando a adoção massiva. O Bitcoin, após várias semanas de volatilidade, mostrou uma recuperação notável, alcançando novos máximos históricos.
